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sexta-feira, 23 de maio de 2014

Relativismo e Santidade não Caminham Juntos

Paz e Bem!

A história da humanidade é marcada constantemente por diferentes pensamentos individuais ou de um grupo, que acaba se tornando o ideal de uma sociedade em geral. Hoje, irei abordar um tema muito polêmico e motivo de discussões de muitos, enquanto dúvida de outros: O Relativismo Religioso.

Relativismo, do latim Relatio, é a corrente filosófica que nega a existência de uma verdade absoluta, fazendo-a depender assim, do indivíduo, grupo, tempo ou espaço. Na prática, todas as coisas podem ou não ser aceitas como verdade, uma vez que isso dependerá de cada pessoa. O relativismo é um mal que está impregnado na sociedade atual e aos poucos, sendo aceito como algo normal. O bombardeamento feito pela mídia, os meios de comunicação, escritores, professores, seitas, etc., fazem que não só o cristão, mas os seres humanos caminhem desnorteados até o abismo da ilusão. Infelizmente, essa é a dura realidade dos nossos dias.

"Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida; ninguém vem ao Pai senão por mim" (João 14,6)


Essas são palavras de Jesus aos seus discípulos e hoje a cada um de nós. O Senhor nos convida a caminhar para o Céu através de um caminho seguro, que é Ele mesmo. Vivemos todos a procura da verdade, como nos diz Santo Agostinho em sua obra "Confissões", e só descansamos nossa alma quando encontramos essa verdade. Hoje, muitos cristãos vivem numa corrente de incertezas, inseguranças, por serem bombardeados de todos os lados pela relativização de Deus. Diz o mundo: "Posso todas as coisas, basta querer". E a palavra de Deus nos adverte: "Tudo posso, mas nem tudo me convém" (1Cor 6,12). Creio que o mal do relativismo é o medo de ser feliz. Isso mesmo! Parece ser um pensamento idiota, mas existem pessoas que tem medo da felicidade, justamente porque não a conhecem, uma vez que o mundo já deu vários conceitos de felicidade, e em todos eles, quando buscados nunca foi encontrado o seu objeto de procura.

A Palavra de Deus diz que só é feliz e livre quem encontra a Verdade, e a verdade é uma pessoa: Jesus Cristo. A Verdade tem o poder de nos libertar das correntes que nos aprisionam a todas as coisas. A Verdade Absoluta tem a capacidade de nos proporcionar segurança plena, confiável, irrevogável em nossas vidas. Como viver no mar da insegurança de várias verdades? Como conseguir dormir em paz, sabendo que amanhã tudo pode estar diferente, inclusive a verdade em que acredito? É, portanto, antes de todas as coisas, de nós mesmos que a Verdade nos liberta: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (Jo 8,32).

"Vai-se constituindo uma ditadura do relativismo que não reconhece nada como definitivo e que usa como critério último apenas o próprio “eu” e as suas vontades" (Papa Bento XVI)

Hoje em dia, encontro pessoas - até mesmo dentro da Igreja - relativizando Deus e o mundo, julgando os católicos que seguem a sã doutrina da salvação de "bitolados", etc. O livro de Primeiro Timóteo, capítulo 3, versículo 15 diz que a Igreja é coluna e sustentáculo da verdade, e seguir, portanto, o que nos pede a Santa Igreja é tocar nesse caminho seguro, que é Nosso Senhor Jesus Cristo. 

Tratando-se de santidade e juventude, digo que os dois andam de mãos dadas. É possível sim ser jovem e buscar viver a santidade ao mesmo tempo. É possível sim, ser único em meio a uma multidão, pois é assim que Deus nos vê: Como se fôssemos únicos, e, de fato, somos. Como jovem posso me divertir, praticar esportes, dançar, cantar, entre tantas outras coisas. Como jovem católico posso fazer tudo isso, dando testemunho da fé que professo em todo lugar. 

Infelizmente, muita gente vê isso como desculpa para fazer tudo o que o mundo ensina, para seguir tudo o que o mundo prega, para viver tudo o que o mundo vive. Ora, estamos no mundo mas não somos do mundo. O testemunho do jovem católico é ser diferente. É preciso que as pessoas olhem para nós, e sedentos de Deus, venham a nós e se saciem, uma vez que devemos levar Deus às pessoas. Do que adianta ir todos os domingos à missa, ao grupo de oração semanalmente, e viver arrastado pela vivência suicida oferecida por aí?  Ser de Deus inteiramente! Isso se chama Radicalidade Evangélica! Eu lhe desafio, hoje, a viver intensamente essa aventura maravilhosa, que é a vida com todas as suas potencialidades inclinadas para o amor de Deus! Como disse São João Paulo II "Não tenhais medo de ser santos!". Repito, eu lhe desafio a buscar a santidade com todas as suas forças! Busque o sacramento da reconciliação, esse será o primeiro passo de liberdade que você dará. Não importa quantas vezes você caia! O senhor te levantará, e quando você não conseguir caminhar... Ele te levará nos braços!

Estou esperando o seu testemunho. Ele será sinal de Deus na vida de outras pessoas! shalom!


Natan Moreira

domingo, 13 de outubro de 2013

Sexta Aparição de Nossa Senhora de Fátima


Dia 13 de Outubro.


A multidão assistiu, impressionada, ao
extraordinário Milagre do Sol.
Uma grande multidão rezava o Terço na Cova da Iria. Os três pastorinhos notaram
o reflexo de uma luz e, em seguida, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.
Lúcia: “Que É que Vossemecê me quer?
Nossa Senhora: “Quero dizer-te que em Minha honra, que sou a Senhora do Rosário, que continuem sempre a rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar e os militares voltarão em breve para suas casas”
Lúcia: “Eu tinha muitas coisas para Lhe pedir. Se curava uns doentes e se convertia uns pecadores...
Nossa Senhora: “Uns sim, outros não. É preciso que se emendem, que peçam perdão dos seus pecados”.
E, tomando um aspecto mais triste, disse:
Nossa Senhora: “Não ofendam mais a DEUS Nosso Senhor, que já está muito ofendido”.
Em seguida, Nossa Senhora abrindo as mãos fez que elas se refletissem no sol, e começou a se elevar para o Céu.
Nesse momento, Lúcia apontou para o céu e gritou:
Lúcia: “Olhem para o sol!”
A multidão assistiu, então, ao grande milagre do sol. Enquanto isso, os pastorinhos viram São José com o Menino Jesus, e Nossa Senhora do Rosário.
Era a Sagrada Família. A Virgem estava vestida de branco, com um manto azul. São José também estava vestido de branco, e o Menino Jesus de vermelho claro. São José abençoou a multidão, traçando três vezes o Sinal da Cruz. O Menino Jesus fez o mesmo.
Lúcia então, teve a visão de Nossa Senhora das Dores, e de Nosso Senhor, acabrunhado de dor, no caminho do Calvário. Nosso Senhor traçou um Sinal da Cruz para abençoar o povo. Finalmente apareceu, numa visão gloriosa, Nossa Senhora do Carmo, coroada Rainha do Céu e da Terra, com o Menino Jesus ao colo.
Enquanto os pastorinhos tinham essa visão, a grande multidão de quase 70 mil pessoas, assistiu ao milagre do sol.

Tinha chovido durante toda a aparição. Mas, no momento em que a Santíssima Virgem desaparecia, e que Lúcia gritou “olhem para o sol!”, as nuvens se entreabriram, deixando ver o sol como um imenso disco de prata.
Brilhava com intensidade jamais vista, mas não cegava. A imensa bola começou a “bailar”. Como uma gigantesca roda de fogo, girava rapidamente.
Parou por um certo tempo, mas, em seguida, começou a girar sobre si mesmo, vertiginosamente.
Depois, seus bordos tornaram-se vermelhos, e deslizou no céu, como um redemoinho, espargindo chamas de fogo.
Essa luz refletia-se no solo, nas árvores, nos arbustos, nas próprias faces das pessoas e nas roupas, tomando tonalidades brilhantes e diferentes cores.
Em seguida, por três vezes ficou animado de um movimento rápido. O globo de fogo pareceu tremer, sacudir-se e precipitar-se em ziguezague sobre a multidão aterrorizada.
Durou tudo uns dez minutos. Finalmente o sol voltou em ziguezague para o ponto de onde se tinha precipitado, e ficou novamente tranqüilo e brilhante, com o mesmo brilho de todos os dias.
Muitas pessoas notaram que suas roupas, ensopadas pela chuva, tinham secado subitamente.
O milagre do sol foi visto, também, por numerosas testemunhas que estavam fora do local das aparições, até a 40 quilômetros de distância.
O jornal “o século” de grande circulação em Portugal, documentou esse espetacular milagre do sol, e publicou uma grande reportagem sobre esse impressionante acontecimento.

Fonte: http://www.devotosdefatima.org.br/aparicoes2.html, em 13/02/2013 às 13:58.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Teresinha, a santa do Amor

Paz e Bem!
Hoje é um dia muito especial para nós católicos. Celebramos o dia de Santa Teresinha do Menino Jesus, a Florzinha do Carmelo. Irei abordar o meu ponto de vista a respeito de Teresinha, a santa que a cada dia me ensina a amar sem medidas.


Santa Teresinha de Jesus, com seu jeito doce e puro, teve uma missão de testemunho para a minha vida pessoal, pois, esta santa me ensina a amar todos os dias. Mas, qual o sentido dessa palavra para você? Todas as coisas se resumem no Amor, todas as coisas têm sentido, se nós temos um ponto de vista de amor. Vamos analisar o significado dessa palavra em diversas dimensões da vida de cada ser humano.

O Amor e o Sofrimento

O sofrimento na vida da humanidade é um fato "normal", não dependendo de tempo e espaço para acontecer. Ele simplesmente acontece. Há sofrimento nos países pobres, onde não há alimentação nem saúde. Há sofrimento nos países ricos, onde há tudo e ao mesmo tempo, muitos não tem nada, ainda que tenham muito. Há sofrimento no norte e no sul do Brasil. Há sofrimento na minha e na sua casa. Há sofrimento aqui e aí. Há sofrimento em tempos de guerra e em tempos de sua ausência... Há pessoas que sofrem com e sem motivo aparente. A pergunta não é "por que sofrem?" e sim "qual o sentido?". Meus irmãos, nós podemos tirar coisas boas de nossas experiências, inclusive do sofrimento. Há um sentido para cada coisa, e Teresinha nos ensina que não se pode permitir que a angústia dite as regras. Não se pode permitir que a nossa vida seja determinada por um fato negativo. Saibam que nem todo ser humano que sofre é triste. Você pode decidir-se em ser feliz, pois a Felicidade não é um simples bem estar. A Felicidade não é eu estar com saúde, com dinheiro ou com um bom emprego. A Felicidade é uma Pessoa. Quando eu opto em ser feliz, eu opto por estar acompanhado de uma Pessoa, e essa Pessoa se chama Jesus, o próprio Amor! 

O Papa Emérito Bento XVI já proclamava aos jovens e a toda a humanidade essa Verdade vivida por santa Teresinha: “Queridos jovens, a felicidade que procurais, a felicidade que tendes o direito de saborear tem um nome, um rosto: o de Jesus de Nazaré”.

Portanto, meus irmãos, enquanto o mundo, enquanto as pessoas, enquanto nós insistirmos em buscar aquilo que tanto desejamos de forma errada, em lugares errados, com pessoas erradas, nós nunca iremos encontrar. Passaremos o resto da vida como que "andando em círculos". Só pelo Amor de Deus nós conseguiremos buscar num Caminho seguro aquilo que tanto desejamos. 

O Amor e a Perseverança

"Posso, portanto, apesar da minha pequenez, aspirar à santidade. Fazer-me crescer a mim mesma é impossível; tenho de suportar-me tal como sou, com todas as minhas imperfeições. Mas quero procurar a maneira de ir para o Céu por um caminhito muito direito, muito curto; um caminhito completamente novo". (Santa Teresinha)

Quantas vezes nós pensamos em desistir? Quantas vezes você já pensou em desistir? E agora falo de uma maneira especial a você que é de Grupo de Oração, comunidade, movimentos da Igreja. Quando tudo desanda, o que nos sustentará? Quando o inimigo consegue convencer-nos do pecado e logo nos arrependemos, como não voltar aos braços do Pai senão pelo Amor? Só um coração que ama persevera, porque só um coração que ama consegue compreender que é pequeno, que é fraco, um "vaso de argila", ainda assim, confia na graça de Deus que tem o poder de nos santificar. Só um coração que ama, reconhece a pequenez de si mesmo e ainda assim aspira à santidade! Vemos esse maravilhoso exemplo no escrito acima de Teresinha, que reconhecia a sua pequenez diante de Deus, mas não fazia disso, motivo de desistência, mas de persistência, de amor, de gratidão pela misericórdia do Amado. Hoje, eis SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS.

O Amor Incondicional

"Ah! compreendo agora que a caridade perfeita consiste em suportar os defeitos dos outros, em não se escandalizar com as suas fraquezas" (S. Terezinha)


Como saberei se amo de verdade? Aprendi isso há poucos meses, por incrível que pareça, e a resposta é tão simples... Amo quando amo sem exigir nada em troca. Esse é o amor verdadeiro, o amor incondicional. Deus é assim. Para nos amar Ele não pede nada de nós, mesmo que sejamos maus ou bons, pecadores ou santos, Ele continuará nos amando. Amar a Deus é simplesmente uma forma de gratidão por Ele ter nos amado primeiro. Parece-me mais difícil amar aos meus irmãos, pois Deus é perfeito, meus irmãos não são. E quantas falhas eles têm! E quantas ações que me incomodam, mas... Eu devo amá-los. Sei que amo o próximo quando passo a conhecê-lo e o conhecendo vou descobrindo os seus defeitos e continuo querendo o seu bem. Que você não caia no engano, pensando que amor é sentimento. Não! Amor é uma decisão que se toma em querer o bem do outro. Já dizia São Tomás: "Amar é querer bem", porém, não aquele bem que "quero vê-lo bem, porém, bem longe de mim". Isso não é amor. Irmãos, amar é saber que todos os dias eu vou conviver com uma pessoa que tem atitudes de mau gosto, que fala coisas que não me agradam, mas precisa do meu amor e por isso eu me decido em querer o seu bem, rezar por ela e não esperar que ela me ame. Tenhamos em nosso coração a certeza de que nós não estamos no mundo para ser amados, mas, para amar. 

O Amor "Impossível"

O que seria o tal amor "impossível". Perceba que coloquei as aspas. Impossível para o mundo. O mundo não crê nesse amor. Esse é o amor de Deus. O amor que renuncia a si mesmo pelo bem do outro, pela felicidade do outro, basta olhar para a imagem do Cristo crucificado, e desse amor eu posso partilhar, de forma pessoal, pois o vivo muitas vezes, seja em meu grupo de oração, seja em minha família, seja na Igreja ou na faculdade. Como explicar deixar de lado o meu ego e ir em busca da felicidade do outro? Descobrir-se dentro, mergulhado profundamente desse amor é simplesmente encontrar a sua felicidade na felicidade do outro, é encontrar a sua realização na experiência do amor de Deus na vida do outro. É ser capaz de entregar a sua própria vida por amor a Deus e aos irmãos, pois esse é o sentido - não da vida daqueles que vivem o que o mundo prega mas - das nossas vidas. Veja o que diz Santa Teresinha:

"Compreendi que só o Amor fazia agir os membros da Igreja; que se o Amor se apagasse, os apóstolos já não anunciariam o Evangelho, os mártires recusar-se-iam a derramar o seu sangue... Compreendi que o Amor encerra todas as Vocações, que o Amor é tudo, que abarca todos os tempos e todos os lugares... numa palavra, que é Eterno!..."

Quero dizer-lhes, meus irmãos. Se vocês querem viver plenamente, se querem ser felizes de forma completa e fazer a vontade de Deus, simplesmente, Amem. Tomem como exemplo a vida de Jesus refletida na vida de Teresinha.

Shalom!

Natan Moreira

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Quinta Aparição de Nossa Senhora de Fátima


Dia 13 de Setembro de 1917.


Nossa Senhora de Fátima
confiou três segredos à Lúcia,
que continuou A servindo
até o fim de sua vida.
Como das outras vezes uma série de fenômenos atmosféricos foram observados pelas pessoas que tinham ido à Cova da Iria. Calculou-se que estavam presentes entre 15 e 20 mil pessoas.
O súbito refrescar da atmosfera, o empalidecer do sol até o ponto de se verem as estrelas, uma espécie de chuva como que de pétalas ou flocos de neve, que desapareciam antes de pousarem na terra.
E desta vez, foi notado um globo luminoso, que se movia, lenta e majestosamente pelo céu de um para outro. E que, no final da aparição, moveu-se em sentido contrário.
Os três pastorinhos notaram, como de costume, o reflexo de uma luz e, a seguir, viram Nossa Senhora sobre a azinheira.
Nossa Senhora: “Continuem a rezar o Terço para alcançarem o fim da guerra. Em Outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o mundo. Deus está contente com
os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda, trazei-a só durante o dia”.
Lúcia: “Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: cura de alguns doentes, de um surdo-mudo”
Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei, outros não. Em Outubro farei um milagre para que todos acreditem.
E, começando a elevar-se, desapareceu como de costume.

Fonte: http://www.devotosdefatima.org.br/aparicoes2.html, em 13/05/2013 às 13:57

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Quarta Aparição de Nossa Senhora de Fátima


Dia 15 de Agosto de 1917.


Quarta aparição: Lúcia, sentindo que alguma coisa de
sobrenatural se aproximava
e os envolvia, mandou
chamar Jacinta às pressas
Lúcia estava com Francisco e mais um primo, no local chamado Valinhos – uma propriedade de um de seus tios – quando, pelas 4 horas da tarde, começaram a se produzir as alterações atmosféricas que precediam as aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria. Ou seja, um súbito refrescar da temperatura e uma diminuição da luz do sol.
Lúcia, sentindo que alguma coisa de sobrenatural se aproximava e os envolvia, mandou chamar às pressas Jacinta, a qual chegou em tempo para ver Nossa Senhora que
– anunciada, como das outras vezes, por um reflexo de luz – apareceu sobre a árvore chamada azinheira, um pouco maior que a da Cova da Iria, onde tinham-se dado as aparições anteriores.
Lúcia pergunta a Nossa Senhora:
Lúcia: “Que é que Vossemecê me quer?”
Nossa Senhora: “Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, e que continueis a rezar o terço todos os dias. No último mês farei o milagre para
que todos acreditem”.
Lúcia: “Que é que Vossemecê quer que se faça do dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?”
Nossa Senhora: “Façam dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta, e mais duas meninas vestidas de branco. O outro, que o leve o Francisco com mais três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário, e o que sobrar, é para a ajuda de uma capela que hão de mandar fazer”.
Lúcia: “Queria pedir-Lhe a cura de alguns doentes”.
Nossa Senhora: “Sim, alguns curarei durante o ano”
E, tomando um aspecto mais triste, recomendou-lhes que rezassem muito pelos pecadores:

Nossa Senhora: “Rezai, rezai muito, e fazei sacrifícios pelos pecadores; que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas”.
E, como de costume começou a elevar-se até desaparecer. Os pastorinhos cortaram ramos da árvore sobre a qual Nossa Senhora lhes tinha aparecido e levaram para casa os ramos exalavam um perfume suave.

Fonte: http://www.devotosdefatima.org.br/aparicoes2.html, em 13/05/ 2013 às 13:54.

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